O amor é puro. Não polua.

O amor se apresenta para nós logo cedo, no colo da nossa mãe.

Depois surge na partilha do lanche entre coleguinhas, na necessidade de ajudar um idoso ou na alegria de receber um abraço.

O amor é cuidado, respeito, carinho e zelo.

Ele vai se reinventando, amadurecendo, transparecendo em momentos, gestos e sentidos.

Nós vamos o descobrindo.

E se, ao descobrimos que sentimos amor e desejo por pessoas do mesmo sexo, nosso amor significa menos que o do outro? É inferior?

É inferior?

A resposta é NÃO. Não é inferior. É igual.

Amor é matemática (diferente da tradicional). No amor é possível somar, multiplicar e dividir, mas não é permitido diminuir.

Um amor não merece ser diminuído por uma pessoa.

Um ser humano que julga o amor, já é por si só, pequeno.

O amor deve ser vivido intensamente, de forma soberana. Não deve ser apontado, discriminado, rotulado ou cruelmente controlado.

Deixar de sentir, querer ou necessitar de um amor não é fácil como se policiar pra beber menos refrigerante. Reprimir um amor, dói.

Reprimir um amor, dói.

O amor deve ser demonstrado e praticado.

Amar não deve ser um privilégio, é um dever e direito fundamental de todos.

Se menosprezarmos o amor de alguém, cabe a pergunta: Estamos felizes com o nosso amor?

Ame mais, evolua e permita a felicidade alheia.

Eu sou eu, você é você, ele é ele, e ela é ela.

Deixemos que o Pedrinho ame a Maria, que a Maria ame a Joana, que a Joana ame o Roberto, e que o Roberto ame o Marcos.

O amor é puro. Não polua.

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